Fome emocional

“A gente não quer só comer, a gente quer prazer para aliviar a dor...”

Esse trecho da música "Comida" dos Titãs reflete o quanto a gente come para aplacar o desconforto. Comemos sem pensar, por fome de afeto, de carinho, beijos, colo, amor de verdade, amizade. Temos fome de boa companhia, de calor, de satisfação, de conexão, de segurança, conforto, autoestima, reconhecimento... .

É importante nos automonitorarmos e mantermos na consciência que sempre há um pensamento que precede o ato de comer!

Por exemplo: eu me lembro que quando eu era criança, todas as noites antes de dormir minha mãe fazia para mim um leite quentinho e me acolhia com seu abraço. Eu cresci, desenvolvi algumas alergias alimentares, dentre estas, o leite. E percebi que todas as vezes em que eu sabotava o meu tratamento era por fome emocional. Quando eu precisava de colo ou afeto, tomava leite e entrava em um ciclo inflamatório desnecessário. .

A fome emocional acontece quando a comida é usada para camuflar emoções negativas - é uma busca por consolo. Mesmo após cirurgia bariátrica algumas pessoas voltam a engordar por não conter sua fome emocional.

Se procurarmos conhecer o nosso funcionamento emocional, nos fortaleceremos para lidar com mais destreza frente a esses gatilhos mentais.

Judith Beck, em seu programa psicológico de emagrecimento, declara “Qualquer dieta razoável dará certo se você estabelecer a programação mental adequada”.


Desse modo, se não conseguir sozinho, procure uma ajuda profissional especializada.

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