O que faz o açúcar no cérebro?



Quando ingerimos açúcar, nosso cérebro fica satisfeito e entende o ato como uma gratificação. Imediatamente, o nosso sistema de “recompensa” é ativado e experimentamos sintomas parecidos com os da dependência química:


• Fissura ou craving: forte desejo ou compulsão pela substância;

• Dificuldade de controlar o uso e de conseguir determinar início, fim e quantidades;

• Necessidades de quantidades cada vez maiores para experimentar o prazer que inicialmente sentia;

• Continuidade do uso a despeito da consciência dos prejuízos que ele causa.


O açúcar tem impactos importantes em nossa memória e capacidade de aprendizagem. Isso acontece porque o processo de sinapses fica prejudicado e passam a existir falhas na comunicação neuronal, o que torna nossa capacidade de aprendizagem mais lenta e nossa memória mais falha.


A excessiva ingesta de açúcar pode enfraquecer as ligações entre as células cerebrais e a insulina, que é o hormônio que regula os níveis de açúcar no sangue, passando a não desempenhar seu papel com eficácia, o que pode desencadear intolerância ou mesmo resistência à insulina.


Esses altos níveis de glicose estão relacionados ao desenvolvimento de maior risco para desordens neurodegenerativas como o Alzheimer.


As altas taxas de açúcar no sangue podem causar inflamação no cérebro, e esse processo neuroinflamatório é considerado uma das possíveis causas de depressão.


Então, se você percebe que tem dificuldade para controlar a ingestão de doces, talvez esteja na hora de procurar um auxílio profissional.


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