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Por que conversar e não gritar com os filhos?



Os gritos têm efeito devastador no cérebro infantil. Quando a criança se desenvolve em um ambiente de gritos, seu cérebro é afetado diretamente por uma excessiva liberação de cortisol em sua corrente sanguínea, o que torna a criança estressada, agressiva e desafiadora, sem falar nos incontáveis danos ao seu psicológico. Além desses fatores, estudos atuais apontam para redução no tamanho do hipocampo.


Em pesquisa realizada com mais de 160 mil crianças (pela Universidade do Texas e de Michigan, nos EUA), concluiu-se que quanto mais elas apanham, mais desafiam os pais, se tornam antissociais, ficam agressivas e podem apresentar problemas cognitivos.


O diálogo com orientação adequada sobre limite para uma boa convivência através de uma disciplina positiva e com repetições para internalização, sem dúvida, é o melhor caminho.


Não existe nenhum limite que não possa ser colocado de maneira gentil. A disciplina jamais deve ser sinônimo de agressão.


O diálogo amoroso construído com base no respeito, estabelece limites e, o mais importante, cria uma conexão verdadeira e de confiança mútua com a criança.


Ela aprende sobre o que é esperado dela e, sobretudo, sente-se incentivada à cooperação, a estreitar o vínculo com os pais e, dessa forma, é possível trabalhar suas habilidades intrapessoais e sociais para a vida.


Aprenda algumas brincadeiras para fazer com os seus filhos durante esta quarentena!


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